31.10.06
18.10.06
Outros tempos...
Primeiro dou os parabéns às meninas do piorio que se muniram de novas tecnologias e coisas inovadoras (quase inéditas) para manterem o seu (delas) blog actual e interessante, logo apelativo aos mais inteligentes (como eu).
Eu bem me lembro dos tempos em que não era assim. Tudo começou em Fevereiro de 2006, lembram-se? Nessa altura ainda andávamos às aranhas, esqueciamo-nos das passwords, faziamos post com textos muito bem formatados e com sentido do princípio ao fim (como nos ensinaram na escola), ía-mos muitas vezes à depilação para aliviar a pressão (de escrever num blog), enfim... um sem acabar de emoções. Bons tempos aqueles de Fevereiro de 2006.
Bem, mudam-se os meses (os anos ficam iguais) mudam-se as vontades e as tecnologias... (esta frase até era engraçada mas não tenho ideias para a acabar por isso usei o que funciona sempre ...).
E pronto não tenho mais nada para dizer. Eu sei que começei com Primeiro.... e devia agora espelhar um segundo ponto (pelo menos) mas como não tenho mesmo mais nada para dizer e o meu jantar já está pronto acho que fico por aqui.
Eu bem me lembro dos tempos em que não era assim. Tudo começou em Fevereiro de 2006, lembram-se? Nessa altura ainda andávamos às aranhas, esqueciamo-nos das passwords, faziamos post com textos muito bem formatados e com sentido do princípio ao fim (como nos ensinaram na escola), ía-mos muitas vezes à depilação para aliviar a pressão (de escrever num blog), enfim... um sem acabar de emoções. Bons tempos aqueles de Fevereiro de 2006.
Bem, mudam-se os meses (os anos ficam iguais) mudam-se as vontades e as tecnologias... (esta frase até era engraçada mas não tenho ideias para a acabar por isso usei o que funciona sempre ...).
E pronto não tenho mais nada para dizer. Eu sei que começei com Primeiro.... e devia agora espelhar um segundo ponto (pelo menos) mas como não tenho mesmo mais nada para dizer e o meu jantar já está pronto acho que fico por aqui.
17.10.06
11.10.06
4.10.06
3.10.06
uma pequena análise
Agora já nao há classe rica, média e pobre. Estas 3 reduziram-se para duas com outra nomenclatura: a classe com direitos e a classe com deveres.PIMBA!
2.10.06
29.9.06
Mensagem para os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Quem está mal, MUDEEEE-SE!!!!
(mas não mudam, pois não? Então não deve ser assim tão mau...)
25.9.06
Tropa
Texto verídico de um gajo que não queria ir à tropa:
ExmoSr. Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a
Ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de
VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado
com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou
padrasto
O meu pai, por seu lado, casou-se com essa jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se
casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a
minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o
cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha
madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o
meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por
ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei
que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu
Caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam
chamados à tropa na mesma altura.Agradecendo antecipadamente a sua
atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
Epá como é q ele é pai da esposa?!
ExmoSr. Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a
Ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de
VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado
com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou
padrasto
O meu pai, por seu lado, casou-se com essa jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se
casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a
minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o
cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha
madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o
meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por
ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei
que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu
Caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam
chamados à tropa na mesma altura.Agradecendo antecipadamente a sua
atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
Epá como é q ele é pai da esposa?!
21.9.06
15.9.06
a universidade já não é o que era...
Durante uma oral na Faculdade de Medicina de Coimbra
- Minha senhora, diga-me, por favor, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal. A aluna retorce-se, transpira, cora indecentemente. Decide mesmo recusar-se a responder à pergunta. Numa sucessão de respostas infelizes a outras questões, acaba por chumbar. Na oral imediatamente seguinte, o professor resolve insistir na pergunta.
- Minha senhora, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal?
- (a aluna, respondendo prontamente) É a íris, senhor professor.
- (O examinador, com um sorriso largo) Por favor, diga à sua colega que vai ter muitas desilusões ao longo da vida.
Exame numa universidade privada, em Lisboa
- Dê-me um exemplo de um mito religioso.
- Um mito religioso? Sancho Pança.
(estupefacto, o professor pede ao aluno para este escrever o que acabou de dizer. O aluno escreve no papel: "S. Xupanssa").
Numa outra oral. Cadeira de História das Ideias Políticas e Sociais.
- Pode dizer-me o que é um genocídio?
- É a morte dos genes.
- Como?
- É a morte dos genes e dos fetos.
- Minha senhora, diga-me, por favor, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal. A aluna retorce-se, transpira, cora indecentemente. Decide mesmo recusar-se a responder à pergunta. Numa sucessão de respostas infelizes a outras questões, acaba por chumbar. Na oral imediatamente seguinte, o professor resolve insistir na pergunta.
- Minha senhora, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal?
- (a aluna, respondendo prontamente) É a íris, senhor professor.
- (O examinador, com um sorriso largo) Por favor, diga à sua colega que vai ter muitas desilusões ao longo da vida.
Exame numa universidade privada, em Lisboa
- Dê-me um exemplo de um mito religioso.
- Um mito religioso? Sancho Pança.
(estupefacto, o professor pede ao aluno para este escrever o que acabou de dizer. O aluno escreve no papel: "S. Xupanssa").
Numa outra oral. Cadeira de História das Ideias Políticas e Sociais.
- Pode dizer-me o que é um genocídio?
- É a morte dos genes.
- Como?
- É a morte dos genes e dos fetos.
14.9.06
apanha bolas à selecção brasileira... JÁ!!
A um minuto do fim da partida entre os clubes brasileiros Santacruzense e Atlético de Sorocaba, numa altura em que o Sorocaba vencia por 1-0, um jogador do Santacruzense rematou a bola contra a malha lateral. Nesse momento, o apanha-bolas, aproveitando o facto de a árbitra, Sílvia Regina de Oliveira, estar de costas, empurrou a bola para dentro da baliza. O golo foi validado por indicação do árbitro assistente, que correu para o meio-campo para validar o tento, tendo Regina de Oliveira, uma das mais conhecidas e experimentadas mulheres árbitros do Brasil, validado o lance.
Nada como ter mulheres metidas ao barulho para animar qualquer evento!! HAHAHA!! Grande apanha bolas!! E grande árbitra!!
13.9.06
Eles andem aí.... ai andam andam
The hills are aliiiiveeeeeeeeee with the sound of musiccccccccccccc.. ah ah ah ahhhhhhhaQuem não se lembra da familia Von Trapp do filme mais passado em toooooooodddos os natais da nossa infância ?Ai, Musica no coraçao... ai ai...as saudades.
Agora para matar saudades podemos ouvir a VERDADEIRA familia Von Trapp a cantar (claro que devem ser bisnetos ou afins, mas é sangue VON TRAPP").
Para mais info AQUI
7.9.06
homem com gripe
Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas,. creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisanas e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
António Lobo Antunes
ihihihiihihihihiihihih
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas,. creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisanas e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
António Lobo Antunes
ihihihiihihihihiihihih
31.8.06
Porno metafísico

Uma nova productora vai emergir da indústria cinematográfica.
O título sugestivo fala mesmo no conteúdo da nova empresa, que irá apostar em caras e corpos diferentes, pessoas que queiram só participar com a sua cara, ou com o seu corpo podem-se increver nos próximos castings. Nós faremos as colagens!
O cartaz do próximo filme:
24.8.06
José Cid em Aveiro
José Cid em Aveiro!
Meus deeeeeeeus!
Meus deeeeeeeus!
Brutalíssimooooooo!
José Cid é um senhor, um senhor!
José Cid é um senhor, um senhor!
E eu não posso ir, fosga-se...
Mas vão vocês e gritem por mim!!!
Vão vocês meus amados piorios!!!!
22.8.06
urinol
Na mosca!No aeroporto de Schipol, em Amsterdão, os quartos de banhos são imaculados. Os azulejos estão limpíssimos, em particular as juntas, onde normalmente se acumula sujidade. Estes quartos de banho poderiam servir para uma sala de operações de tão assépticos!Todavia, ninguém repara nisso. Porquê? Porque cada urinol tem uma mosca lá dentro e é nisso que todos reparam...
Mas um olhar mais próximo revela que não se trata de uma mosca verdadeira e sim de um desenho incrustado na cerâmica do urinol num ponto estratégico.
Investigações provaram que os homens tentam atingir a mosca ao mijar e isso reduz em cerca de 80% os salpicos para os lados!
É o que se chama, pomposamente, controle de processo...
E perguntam vós, como sabeis nobre Martina?
Ora essa agora...
11.8.06
ond'está o catalanis ET??
Ontem ao final do dia vi um vídeo em que a miss pimps batia desalmadamente com um pau de gelado no seu filho adoptivo Catalanis ET, durante a temporada que ela passou na cósmópólita Barcelona, no passado mês de Julho. Tudo isto enqanto o seu companheiro PitérSintrss fumava descontraidamente um cigarro de enrolar. É verdade que no momento nos rimos muito...mas minutos depois o seu filho desapareceu. Talvez lhe tenha doído tanto que preferiu fazer-se à vida. Para nunca mais voltar.
Onde estará? Alguém o viu?
Certamente andará com uma nádega muito roxa e com um ligeiro hematoma.
É todu pretu e olhus meiu dórádos...assim amenduados comu os seres lá do espáçu.
Encontrem-no por favor...senão ela continuará a chamar parvalhão ao resto do mundo.
Se souberem de algo telefonem, an!!
Algumas fotos para vosso esclarecimento. O vídeo não coloco porque é demasiado hard_core.

Onde estará? Alguém o viu?
Certamente andará com uma nádega muito roxa e com um ligeiro hematoma.
É todu pretu e olhus meiu dórádos...assim amenduados comu os seres lá do espáçu.
Encontrem-no por favor...senão ela continuará a chamar parvalhão ao resto do mundo.
Se souberem de algo telefonem, an!!
Algumas fotos para vosso esclarecimento. O vídeo não coloco porque é demasiado hard_core.

10.8.06
9.8.06
terapia... da boa!!
Estava no outro dia sentada à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o.
Respondeu um homem que disse: "Está?" Educadamente respondi-lhe: "Estou! Sou a Miss Pimps. Posso falar com a Sra. Anges, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: "Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da pu**!" e desligou o telefone.
Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Anges, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe: "És um grande parvalhão!" e desliguei. Escrevi o número dele juntamente com a palavra "parvalhão" e guardei-o.
De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: "És um parvalhão!" Isso animava-me.
Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "parvalhão" iria acabar. Por isso, liguei-lhe e disse: "Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conheceo nosso serviço de identificação de chamadas!" Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone. De seguida liguei-lhe, e disse: "É porque és um parvalhão!"
Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparavapara estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse. Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me. Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro parvalhão, pensei que era melhor telefonar também para o parvalhão do BMW. Perguntei-lhe: "É o senhor que tem um BMW preto à venda?" "Sim", disse ele. "E onde é que o posso ver?", perguntei. "Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Alegria, nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente." "E o senhor chama-se?..." perguntei. "O meu nome é Tximpa Lapadentro", disse ele. "E a que horas está disponível para mostrar o carro?" "Estou em casa todos os dias depois das cinco." "Ouça, Tximpa, posso dizer-lhe uma coisa?" "Diga!" "És um grande parvalhão!", e desliguei o telefone.
Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "parvalhões" a quem telefonar.
Tive, então, uma ideia. Telefonei ao parvalhão Nº 1. "Está?" "És um parvalhão!" (mas não desliguei) "Ainda estás aí?" ele perguntou. "Sim", disse-lhe. "Deixa de me telefonar!" gritou. "Impede-me", disse eu. "Quem és tu?" perguntou. "Chamo-me Tximpa Lapadentro", respondi. "Ah sim? E onde é que moras?" "Moro na Rua da Alegria, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó parvalhão. Porquê? "Vou já aí, Tximpa. É melhor começares a rezar", disse ele. "Estou mesmo cheio de medo de ti, ó parvalhão!" e desliguei.
A seguir, liguei ao parvalhão Nº 2. "Está?" "Olá, parvalhão!", disse eu. Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..." "Fazes o quê?" perguntei-lhe. "Parto-te a tromba!" disse ele. E eu disse-lhe: "Olha, parvalhão, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a tua casa, e já vais ver."
Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Alegria, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay. Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Alegria. Cheguei atempo de ver dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor!!
esta pikena estória é baseada em factos reais.
os nomes e moradas foram alterados para
protecção contra os parvalhões em questão
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